domingo, 27 de fevereiro de 2011

Eu escrevi um poema triste

Uma colega do Facebook lembrou deste poema...  eu o li há tantos anos atrás e me parece tão atual...

Eu escrevi um poema triste


Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!


Mario Quintana

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

"eu protegi o teu nome por amor..." - Bom final de semana...

Codinome Beija-Flor

Cazuza

Composição: Cazuza / Ezequiel Neves / Reinaldo Arias
 
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...

Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor

Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sete Coisas Sobre Mim. Sete boas e sete ruíns

É uma brincadeira entre blogueiras, a Vivi Amaral entrou na dança e me chamou. E um pedido dela é uma ordem, hehehe
Vamos lá! Sete coisas sobre mim, mas eu quero falar das duas faces... Sete é um número ímpar e se eu dividisse numa rodada só seria obrigada a falar uma coisa positiva a mais e parecer metida ou uma coisa ruím a mais e parecer depressiva e tosca. Então vai lado A e lado B, como no vinil.


Sete coisas BOAS sobre mim:
1ª - A primeira delas é que eu sou uma pessoa forte. Sabe, sou daquelas pessoas com quem já aconteceram muitas coisas ruíns e elas não me fizeram uma mulher derrotada. Eu acho que pelas coisas que já me ocorreram eu hoje poderia ser um nada. Não que hoje eu seja um "tudo", rs* mas eu creio que se eu fosse fraca, desde a minha adolescência, tive muitas oportunidades de optar pelo fracasso. Mas tenho uma mãe e um pai fortes também, e que sai aos seus, não degenera...

2ª - A segunda é que eu sou transparente, por demais. Poderia estar na lista das coisas ruíns também, mas eu acho bom. Quando eu sinto algo, até uma pessoa que me conhece superficialmente nota. Sabe aquela amiga que não consegue disfarçar? Sou eu. Sabe aquela mulher que mostra não apenas nos olhos, mas nas palavras, nos gestos, no caminhar, eu exalo toda o que penso, o que sou. E isso eu gosto em mim. (Mesmo que você não goste,  :-P)  Eu não escondo nada do que sinto. Claro que de vez em quando é ruím, porque tem coisas que a gente não deve contar pra ninguém, mas lá estou eu, a fofoqueira de mim mesma, abrindo o bocão e falando tudoooooooooo que penso e sinto... fazer o quê?

3ª - Bem, em terceiro lugar temos a minha criatividade. Ela nem é tão grande assim, mas quando ela faz gol, um monte de gente gosta e eu acabo tendo alguns defeitos diminuidos em função das coisas legais que faço. É, ela é uma boa ferramenta pra eu sobreviver neste mundo!

4ª - A quarta coisa que eu gosto de mim é que eu sou Amiga. Explico. Eu tenho poucos Amigos, assim, com letra maiúscula. Mas eu adoro cuidar destes Amigos. E adoro que eles cuidem de mim. Eu sou daquela que se vc vier em casa e eu te classificar como Amigo, vou te encher de mimos! E dá-lhe um pãozinho caseiro (sim, eu confundo comida com carinho - entenda como "sou gorda"), muita conversa com café canelado! E depois dou carona, e a pessoa não sai de casa sem um livro emprestado, um presentinho de última hora. (Tá, mas você não, só meus Amigos tá?)

5ª- Eu sou perseverante. E eu não vou desistir tão facilmente, tá? Porque se eu acho que posso conseguir algo, eu vou, e fico. Até o tempo me provar que não. Mas eu também gosto de desafiar o tempo porque muitas vezes ele não me convence de que estou errada.

6ª - Eu gosto de ler. E muito. Estou sempre lendo algo BOM. Não vale livro duvidoso. Eu gosto de ler coisas boas, belas e profundas. Leituras que me deixam mais densa do que já sou, gosto de ler tudo que pode acrescentar. Eu gosto muito de mergulhar em novos mundos. Meus preferidos, (vou chover no molhado e começar por ele:) José Saramago, gosto de Fernando Pessoa, Mario Quintana, gosto de Jorge Amado, de Clarice Lispector, de livros de arte em geral. Gosto de biografias de pessoas interessantes também.

7ª - Eu gosto de aprender. Adoro aprender coisas, como são feitas, como fazê-las, quero sempre tentar. Nessas eu adquiri um monte de habilidades sobre coisas diversas que quebram o maior galho! Eu sei tricô, crochê, bordado, mas tbm sei fazer retratos bem difíceis em técnica realista, aprendi a fazer pão, cozinhar, to aprendendo viola caipira, aprendi a cantar um mínimo para manter a dignidade num palco, aprendi a dançar (um mínimo, se não para manter a dignidade, pelo menos para fazer as pessoas rirem) aprendi a fazer bijouterias, aprendi a maquiar, aprendi caligrafia, sei tocar um pouco de teclado, ai tanta coisa legal! Sem contar as que não terminei na vida, porque não consegui manter o hobby, entre elas, esgrima, judô, língua japonesa, francesa, italiano. Mas aprendi um pouco sobre eles também!


Agora vamos para as COISAS RUÍNS!


Sete coisas RUÍNS sobre mim:

1ª - Eu sou cabeça dura. Meu Deus como eu sou cabeça dura. Não adianta vc falar que eu vou me ferrar com tal coisa ou pessoa. Eu só paro se eu me ferrar sozinha. Não diga "Giselle, vc não consegue" porque eu vou tentar até conseguir. Eu preciso enfiar o dedo na tomada. Preciso porque não quero passar pela vida pensando que alguém roubou os choques que eram meus!!!

2ª - Eu sou muito auto-crítica. Tenho a tendência de achar que tudo que fiz e faço pode ficar melhor. E no final acabo achando tudo sem graça e uma bosta mesmo.

3ª - E o fato de achar tudo uma bosta depois me leva a outra coisa ruím minha. Uma depressão congênita. É muito fácil eu entrar numas, e fica aquela luta interna do meu eu que não desiste de nada, contra um eu que fica assistindo e me achando patética. E quando o lado deprê vence eu fico meses a fio fraca. E isso é mau.

4ª - Eu falo DEMAIS. E quando vejo, atropelei a fala dos outros. Estou tentando me controlar quanto a isso, até o programa na TV está me ajudando com isso, mas eu sempre falo muito e me arrependo depois. Eu adoro conversar e se encontro alguém que gosta também, nossa, serão horas e horas falando, falando, falando... pode ser legal. Mas posso ser um saco.

5ª - Eu fico nervosa a toa. As vezes pequenas bobagens me tiram do sério. E sou daquelas que xinga, fala palavrão e chuta tudo, hoje tento me controlar, mas já fiz alguns estragos quando submetida a forte pressão psicológica, rs* . Feio né?

6ª - Eu mudo de idéia. Do mesmo jeito que sou cabeça dura, também mudo de idéia. E pior às vezes mudo de idéia e não sei por qual substituir. Eu sei que não quero mais tal coisa. Mas não sei o que quero no lugar daquilo. Também posso te garantir que isso é bem ruím.

7ª - Eu me exponho demais. E isso nem preciso explicar. Este post é a prova disto!


Pronto, missão cumprida! Tô na brincadeira, aêêêê!

Beijoca pra Vivi, foi legal pegar o espelho e me olhar um pouco. Ou não. ;-)

"Onde Andará Dulce Veiga?" - Caio Fernando Abreu

"- São tudo histórias, menino. A historia que está sendo contada, cada um a transforma em outra, na história que quiser. Escolha, entre todas elas, aquela que seu coração mais gostar, e persiga-a até o fim do mundo. Mesmo que ninguém compreenda, como se fosse um combate. Um bom combate, o melhor de todos, o único que vale a pena. O resto é engano, meu filho, é perdição."

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dança do Ventre no Falando de Arte

Prezados amigos e parceiros,

O programa desta semana trouxe uma conversa bem bacana com Adriana Cunha que falou (e dançou muuuitooo!) pra gente sobre essa arte tão feminina, milenar e belíssima que é a Dança do Ventre, espero que todos gostem!

Link para o programa: http://justin.tv/ghizarocha/b/280120070

Grande abraço a todos!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Caros parceiros e amigos!

O programa "Falando de Arte - com Ghiza Rocha" visitou um curso de arte, falou com os alunos e professores!

Tá todo mundo se empolgando e fazendo artes pela cidade afora!

Confira o programa desta semana: http://pt-br.justin.tv/ghizarocha/b/279691160

Grande abraço a todos!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Flores Em Você

IRA!

Composição: Edgard Scandurra
De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois...
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...
Que vejo flores em você!...
De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois...
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...
Que vejo flores em você!
Que vejo flores em você!
Que vejo flores em você!
Que vejo flores em você!...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Prezados amigos e parceiros,

O programa desta semana está muito legal, você vai conhecer um tatuador da nossa cidade, verá uma tatuagem ser transformada e vai conhecer um pouco mais esse universo tão exótico.

Bastar clicar: http://justin.tv/ghizarocha/b/279185591

Lembrando que aguardo sugestões de que tipo de arte você  mais gosta. O que você gostaria de assistir no "Falando de Arte"?

Agradeço a audiência e a divulgação de todos

Até a próxima semana!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Arte contemporanea versus arte acadêmica. Versus?



















Os questionamentos em torno da arte contemporânea e seus valores são bastante comuns no meio  artístico, mas para ilustrar melhor nossa reflexão eu proponho que retomemos princípios básicos para a nossa discussão.

O que é arte? A arte é antes de tudo uma linguagem, o homem, desde os tempos primitivos se apropriou dos materiais a sua volta, criou outros e transcreveu o mundo ao seu redor conforme sua sensibilidade e modo de observar o que lhe cerca. A arte  durante muito tempo se prestou a diversos fins; religiosos, históricos, políticos, filosóficos, lazer, mas sempre com sua carga de linguagem e termômetro da sociedade de sua época. É, acima de tudo, uma forma de expressão pessoal que nem sempre está vinculada a indústria da arte ou comércio.

É comum hoje em dia encontramos pessoas se questionando sobre o significado e motivações da arte contemporânea. Frases do tipo: "Isso até eu faço", "Meu filho desenha melhor do que isso!" etc. Mas se formos associar as escolas artísticas com o tempo político-social em que surgiram, comprova-se mais uma vez a tese de que a arte reflete a sociedade de uma época, seu produto intelectual, angústias e valores.
O que foi o academicismo? O academicismo, foi uma escola que valorizava a técnica, o domínio do material, o virtuosismo.
 "O academicismo artístico iniciou na fase do período neoclássico, absorvendo estéticas românticas, realistas e simbolistas.  O Academiscimo no Brasil possuía laço com o poder político da época, possibilitando uma postura não somente de ensino no campo das artes, mas de movimento filosófico e de ato político.O academicismo deixou heranças que sobreviveram às transformações provocadas pelo modernismo no início do século XX.  O conceito real de academia de arte surgiu no fim do Renascimento, antes desse período, as produções artísticas dependiam do trabalho de artesãos e de ateliês coletivos, conhecidos como guildas. Antes da Vinda da Família Real, a arte no Brasil era ensinada de maneira informal, nos ateliês dos próprios artistas que passavam seus conhecimentos e experiências a seus alunos. Havia apenas uma pequena escola, a Aula Régia de Desenho e Figura, fundada no Rio de Janeiro em 1800." (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Academismo_no_Brasil)

Ou seja, o academicismo emprestava sua técnica e virtuosismo à situação política, às idéias da época. E serviu como registro histórico, como no início da nossa história, relatando posses e terras dos poderosos, retratos "majestosos" de senhores feudais  e por aí afora...

Mas vamos então, dar um salto gigantesco até 1920, início do modernismo no Brasil, o modernismo no Brasil é a absorção de diversas influências do que estava acontecendo nas vanguardas européias, primava pela liberdade de estilo, liberdade de linguagem. A poesia por exemplo, tinha a intenção de se tornar cada vez mais parecida com a linguagem falada.

E na pintura,  artistas  que até então desenhavam e pintavam academicamente, começam a partir para liberdades maiores, perspectivas e cores novas, luzes inéditas, contrastes e substituições de cores, liberdade de temas e assim por diante.

Agora porque falei tudo isso pra chegar na nossa questão?

Porque tudo que acontece na nossa arte hoje, 2011, é fruto do que se passou anteriormente, claro, mas o ponto fundamental da arte, a base de tudo é a mesma coisa: a arte reflete a época em que vivemos. E como negar que hoje vivemos num mundo de desconstrução? Desconstrução e destruição (que são coisas diferentes, note) portanto, isso vai refletir na produção artística de uma época e seu povo. Se hoje a gente encontra manifestações artísticas que não se parecem com os velhos aconceitos de arte é porque também temos fatos e características antropologicas atuais que ainda não sabemos como lidar. O mundo está mudando muito rápido e não conseguimos ainda entender o sentido, para onde estamos caminhando. E isso também não importa, porque de certo modo não conseguiremos detê-lo, apenas nos moldar ao novo tempo e tentar melhora-lo.

Eu sou adepta das duas linguagens artísticas, gosto e faço desenho acadêmico e gosto e faço pintura contemporânea, é  como se eu falasse dois idiomas. E não significa que uma arte seja melhor ou pior do que outra, apenas se prestam à funções diferentes. E por sermos seres múltiplos e por conta da tecnologia, globalização e evolução enquanto espécie mesmo, é comum a experimentação. Como tantas outras coisas foram experimentadas e abandonadas ao longo da nossa história... modos de se pensar a Terra, as máquinas, as organizações sociais... Eu acho que é muito importante que exista essa "arte polêmica", essa coisa do grão de arroz pregado na parede, instalações no sense, "estrambolicismos" porque nós também somos assim. A nossa sociedade "também" é assim. Claro que tem coisas que são pura farsa comercial, mas mesmo estas também refletem o que temos hoje no nosso mundo, consumismo, oportunismo, caos interno, tudo, tudo isso reflete o que estamos nos tornando. Nem melhores, nem piores, mas diferentes do passado, sempre. A arte está caótica porque estamos nos tornando caóticos também. E eu ainda não sei se isso é totalmente mau. Porque pode ser que seja apenas uma nova maneira de "ser humano".  Como lidar com nossos conflitos, dramas, mazelas?

O que se faz hoje em galerias, salões é tentar encontrar algo novo, creio que um produto mesmo, que seja comercial, que seja polêmico que vôe e faça café simultaneamente, de preferência... Mas eu acredito que não se deve olhar para o tema como se a arte contemporânea fosse uma substituição da arte anterior, mas sim como espelhos paralelos,  coexistentes dentro de uma sociedade tão múltipla, tão diversa...

E se partirmos do princípio de que a vanguarda sempre contesta a situação, também não vejo estranhamento algum quando temos agora uma classe artística dividida entre a arte "no sense" e a contestação disso tudo. Contestar essa arte nova, essa arte que muitas vezes não parece arte, contestar o porquê disso tudo, mesmo que nos traga de volta ao passado, pode ser muito moderno também.

Mas para concluir esse nosso assunto, quero ressaltar um detalhe importantíssimo dentro desse contexto todo de "o que é arte" ou "não arte", seja lá o que o artista se propuser a fazer, que faça bem feito. Ainda não inventaram nada melhor para se destacar, porém se "manter" vivo e atual do que o domínio do material, o virtuosismo naquilo a que se propõe a fazer. Causar impacto, ficar conhecido, chocar, hoje em dia não é nada fácil, tendo em vista a exposição diária de velhas novidades, coisas que se fazem há muito tempo (o que era a Factory de Warhol se não uma espécie de BBB? Ou seja nada é tão "novo" assim) coisas efêmeras que acordam verdade e adormecem mentira, num mesmo dia, porém só se mantém vivo, com fundamento, quando tem bagagem pra isso, quando tem o conforto de dizer "eu sei fazer isto e o faço bem feito". Não importa o que seja, contemporâneo, acadêmico, o que for. Se for fazer, faça bem feito. Para deixar uma marca que sirva de trampolim para os que virão... (Apesar de que, como eu disse anteriormente, mesmo quando a arte é mal feita, ela merece atenção, porque tem um motivo para ela estar assim hoje e estar em voga!)

E isso tudo também explica porque eu não me interesso mais em participar de Salões, Concursos, etc. Eu escolhi um caminho para mim, mas isso já é assunto para outro dia....


Ps: A imagem deste post é uma instalação de Antônio Manuel, 1994.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FALANDO DE ARTE - Com Ghiza Rocha - Terceiro programa

Olá amigos e parceiros!

Esta semana o "Falando de Arte - Com Ghiza Rocha" conversou com Zeca Santos, (autor da pintura na foto ao lado!) um grande artista abstracionista da nossa cidade de Florianópolis! O papo foi bem legal e descontraído, eu espero que vocês nos dêem novamente o prazer da sua audiência!

o Link para o programa é: http://justin.tv/ghizarocha/b/278709769

Um grande abraço e até semana que vem!

Ghiza Rocha