quarta-feira, 23 de abril de 2008


Meu silêncio foi fruto de um choro contido
Em olhar abafado, em celas de risos,
Em beijos perdidos ...
Entre o passado e o que sou,
Onde estás e não estou,
Nessa terra de boca barrenta a me devorar...
Entre quereres diluídos,
Suspensos em teus olhos,
Insistentes em me ferir,
Entre letras selvagens,
À rasgar-me em farrapos sem cor...
Em minhas noites de desamparo enluarado,
E onde o dia persiste em se tornar amanhã...