terça-feira, 18 de setembro de 2007

18 de setembro.


Despetalada nessa falsa solidão,
Perdida no eco dessas frases fugidias,
Abandono cada sonho, cada gesto, cada não,
No leito dos amores esquecidos...
Nos restos do que desejei,
Nos dias que eu não vivi...
Nesse suspiro letrado que me aprisiona em você...

5 comentários:

Sonia disse...

Cadê o comentário que deixei aqui? Gato comeu?

Thiago Quintella disse...

Solidão: Quando não falsa, célere e necessária

Aqueta disse...

Aprisionados das letras é que somos. As letras que nos perseguem até em sonhos! Beijo grande!
aqueta-2.zip.net

luis manoel siqueira disse...

Como vai o livro ?

Mari B. disse...

Lindo!