quinta-feira, 17 de maio de 2007

Brasas.


Tu és pura delícia,
Chega e me envolves,
Tato e olfato para degustar teus sons,
Ver-te, encantamento e enlevo...
Subitamente, tu me escravizas,
Arranhões, mel e canções,
Flores e maldade
Para sentir-te, gesto cru,
Para sentir-me, chama ardente,
Para deixar-te, doce ilusão...

3 comentários:

Aju disse...

Pq tudo em geral que é bom é ilusao? ESsa vida é por demais sofrida haha =]

otimo giselle

Bjs

Wilian disse...

Lindo, lindo, lindo. Bela tradução poética da realidade dos sentido.
Grande beijo e ótimo fim de semana a vc.

Sonia disse...

Li em http://ritaapoena.zip.net/
O mágico nunca conta os seus segredos.
O poeta nunca explica uma entrelinha.


E acrescenta a Sonia: O leitor lê, sente, e cala