terça-feira, 3 de abril de 2007

Sopro.


Na árdua tarefa de encarar meus vazios,
Olho pra trás,
Observo o solo que engole meus tropeços,
Que devora meus caminhos...
Em atalhos deixo meus pedaços,
A cada parada um retalho de alma,
Um membro, um beijo, um verso,
Um olhar que enlace você

Que passou por mim e nem me viu...

7 comentários:

Fred Neumann disse...

O sopro é invisível, né, cara amiga?
E ás vezes assopramos em pedaços, sem virar um tornado...
vou pensar nisso, hehehe!

abração!

Aju disse...

Nuss mto bom parece poema de amores do acaso q acontecem de relance...

bjos =]

Liginha disse...

Primeiro um gole, depois um verso e... bola pra frente!

O Sibarita disse...

Oi Ghiza! É tá demais seus versos, aliás, como sempre, essa procura pelo amor...

Feliz Pascoa!

bjs,
O Sibarita

M. disse...

Muito bonito!
Boa Páscoa!

M. disse...

Já não consigo entrar no "Só as mães são felizes". É mesmo assim ou é engano?

luis manoel siqueira disse...

existe uma velha canção fracesa de charles trenet que parece muito com este seu poema; "Tu, que passas sem me ver/ sem me dizer boa noite/ dê-me um pouco de esperança..."

Poetas são antenas, concorda ?