sábado, 24 de março de 2007

Sinais.




No desamparo de mais uma tarde,
Mais uma vez terra,
Mais uma vez chuva,
Mais uma vez flor,
Mais uma vez, ela,
Bagagem pronta de quem recém nasceu,
Olhos transbordantes de toda novidade,
Provando cada nuvem, cada chama, cada nome,
Banhando-se em doces palavras, suspiros e sons
Êxtase, torpor e silêncio,
Como se fosse uma primeira vez...

5 comentários:

Wens disse...

Tu poema, me llamó la atención por la fotografía, es típico paísaje de un valle interandino, cuya flora característica y abundante, son las cactáceas (tuna) y la savia (aloe), adorna el paísaje semidesértico de la zonas bajas de un valle andino. La convivencia de ambas especies es en realidad por conveniencia y a veces por la supremacía, considerando que ambas luchan por abastecerse de agua durante la época de lluvia para enfrentar la escasez del mismo durante el largo periodo de estiaje.

Como se fosse una primeira vez ...

Júnior Creed disse...

minha poetisa escolhida... definí-la como sensível esté cada vez mais redundante, afinal isso está expliícito, culpa da sua poesia doce e gostosa, as vezes dura e amarga, mas ainda assim , linda! beijos!

Aju disse...

Td novo, tudo zerado =]

otimo...

ainda ficaremos rico força e fé :P

Sonia disse...

Dexei de escrever o meu blog , mas não deixo de passar por aqui, pois tudo me encanta. Li vários poemas. Tocou-me especialmente aquele em que se fala dos sonhos não ousados. Beijo, Ghiza.

almaimersa disse...

Partilho do gosto de falar de uma forma pura...
...bela Poesia. :)