sábado, 10 de março de 2007

Fugaz.


Tu amanheces diferente a cada dia,
A cada nascer te desvendas mais leve,
A me enraizar no solo da paixão,
Vapor suave, gélida carícia em minha face,
Ou então, mais rósea,
Mimo aveludado que desliza em minhas mãos,
Despertas ainda mais bela,
Ofendendo minha solidão,
E o aroma de fruta que baila em sua passagem,
Fresca, aérea, musical...
E eu, Rocha, enterrada em meu cinzento jazigo de saudades...

6 comentários:

O Sibarita disse...

Oi Ghiza! Como sempre escrevendo bem. A poesia é um pouco triste, mas, isso vai do momento...

Ah, A deusa, lhe espera no sibarita. Obrigado sempre pelas palavras no nosso blogue.
bjs.
O Sibarita

Aju disse...

Tristesa, poema meio gélido mas eu gosto do trecho "Ofendendo minha solidao" Nem vou comentar =]

Bjos

António Rosa disse...

Depois de ter terminado com o "Postaias da Novalis" a 5 de Fevereiro, para me dedicar mais à astrologia, tenho aproveitado este tempo para desenvolver mais os conceitos evolutivos dos signos do zodíaco, como base elementar desta nossa reencarnação.

Aqui fica o convite para conhecer melhor o signo onde está o seu sol de nascimento, assim como o dos seus familiares e amigos.

Copie-os para o word, para melhor poder reflectir sobre o signo mais importante do seu zodíaco.

Agradeço comentários no sentido de melhorar os textos, aprofundando-os.

Um abraço,

António Rosa

o alquimista disse...

Os teus textos cada vez mais são de uma rara beleza, magnetica forma de fascinio...


Doce beijo

Thiago Quintella disse...

Por isso que é bom dormir de vez en quando... uma cabeça no travessiero ativa nosso incosnciente e podemos analisar nosso dia, com os símbolos, é claro! hehhee

M. disse...

Muito belos, texto e imagem.