sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Rosa (Abismo).


Não falarei de ti,
Para que penses que te esqueci,
Que esqueci cada manhã, dos anos em que acordei teu nome,
O vermelho gritado da rosa que mandei,
Tua rouquidão,
Tua pressa - passos largos que arranhavam a minha rua -
As noites em que eu era anônimo, vigia de tuas janelas,
Tuas canetas, roupas, feridas, canções,
E o dia em que você quase morreu...
E eu, quase morto, velo o que me sobro,
O que me resto,
Entre recordações e impossibilidades,
Zelo por mim, por ti
E simplesmente, esqueço...

5 comentários:

júnior creed disse...

oi minha linda amiga poetisa! gosto de te lerc em manhãs agitadas, como esta. para que eu possa me acalmar. lindas (vc e a poesia. beijos!

Aju disse...

Estou precisando tb nao falar e esquercer =]

ah minha avó tava com medo de eu aprontar mas acabou viajando :P~

Bjos

Michelle Sanches disse...

Nossa amiga, vc está cada vez melhor e mais talentosa. Vc sabe, sou sua fã número 1!!!! Bjos e mta saudade!! Mica.

greentea disse...

por onde andas tu , linda?

tudio bem com a menina ?


beijinhos e saudades

M. disse...

Gostei deste poema. Muito bonito.