quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Despedida.



O vento de partida
Arrasta consigo as flores,
Os dias, os nomes, as promessas
E as noites estreladas...
Igual a mala do viajante,
Que levou pra longe meu mapa,
Meu colo, meu retrato,
Um caju e todo o meu nordeste...

17 comentários:

Rika disse...

Bem ritimada, essa dá um bom forró Gonzagão. Um beijo amor.

Sonia disse...

Seria um vento tão forte quanto o sudoeste que bateu hoje no Rio?

Júnior Creed disse...

e depois olha no fundo dos meus olhos e diz que não tem estrelas no seu papel? ah, poetisa escolhida...

O Sibarita disse...

Oi Ghiza! Pois, é! Toda partida é assim... Sempre fica alguma coisa para que mais tarde possamos retornar...

Obrigado sempre pela belas palavras que deixa no nosso blogue, volte sempre que na sua ida e partida por lá deixou o seu perfume da paz, da harmonia, da amizade..

abraços,
O Sibarita

Anonymous disse...

obrigada pela visita. bom saber q vovó anda fazendop boa propaganda... rsrs... e digo além de suas palavras, naum somente o branco nos faz correr atrás das palavras como nos faz decsobri as cores q nelas existem! bjs, fica bem... e volte sempre.
ps- lindo poema, leve... leve...

david santos disse...

Olá!
Lindo, Ghiza, muito lindo! E a imagem assenta que nem uma luva.
Parabéns e dorme bem.
Obrigado

Anonymous disse...

Este é um texto igual para vários blogues:


Por ter decidido criar a “Escola de Astrologia Nova-Lis”, mantendo ao mesmo tempo, a minha actividade de editor do “Anjo Dourado” necessito de TEMPO para me dedicar àquilo que mais gosto: os livros e a astrologia.

Por isso, decidi apagar o meu blogue “Postais da Novalis” no próximo dia 5 de Fevereiro. Não o faço mais cedo, porque nesse mesmo dia ainda farei o post colectivo da “Rede de Blogues Espirituais”.

Sou dos que entendem que, quando se desiste de um blogue, se deve apagá-lo completamente, para que não fique por aí a vaguear, criando energias paradas, que se vão transformando em restos energéticos negativos.

Como entendo que uma coisa leva à outra, também venho solicitar o favor de retirar este meu blogue da sua lista de linques, de modo a que o seu sítio fique energeticamente limpo e bem arejado.

Agradecido por este tempo de convívio,

António Rosa

Fred Neumann disse...

Olá, cara Ghiza,

Como cada poema inspira cada outro a uma história particular, pensei na despedida que se faz necessária do turista com a castanha de cajú, quando se vai a Fortaleza.
Nunca me esqueço que lá o quilo de camarão é igual ao quilo de castanha de cajú, ou seja, até a 10 reais o quilo achamos bons exemplares dos dois.
Enfim, desvirtuei do contexto do poema,mas isso é que o gostoso deles!

Beijocas,

Fred

o alquimista disse...

Tão sentido, tão verdade...

A luz inundou o dia, no resto do vago que resta da noite, sons de melodia dolente que ecoaram por toda a lagoa...

Feiticeiro domingo

Doce beijo

Cadinho RoCo disse...

Ao partir o vento percebo encontro você pés no chão nenhum flutuando em flor que partiu de lá para chegar aqui.
http://cadinhoroco.blogspot.com/

Mica disse...

Despedida... palavra que já aperta meu coração. Depois te tantos anos te reencontro e vc continua cada vez mais talentosa, mais amiga, mais mulher e agora uma mãe perfeita, lembra-me a história biblíca sobre os talentos... vc com certeza está sabendo multiplicá-los. Bjos. Mica.

Aju disse...

\o/ adorei principalmente pelo final :P~

So gostaria de saber onde vc consegue essas fotos eu sou pessimo pra encontrar alguma ilustraçao decente pro meu blog rs

Bjs

M. disse...

Tão bonito!

sergio disse...

olá, Ghiza!

Uma despedida não nos parece tão seca quando há estrelas, sabores e promessas.

Um beijo

Thiago Quintella disse...

Relaxa, o vento leva, mas trás de volta!!! :)

luis manoel siqueira disse...

Um caju e o nordeste. Sim, nenhuma fruta é mais nordestina. Um beijo.
Luis Manoel.

André disse...

Espero ter esse sabor do nordeste em breve!