segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Confissão.



Tu és testemunha das inquietações nos meus lençóis,
As heranças dos caminhos que trilhei,
Companheiras do meu reflexo...
Nos espelhos,
Nas canções,
Na sua pele...
No horizonte das minhas pretensões,
Desfilam as mais belas utopias
vestidas de impossível;
Seu nome, sua presença, seu perfume,
E o amor que escolhi não te dar...

8 comentários:

Anonymous disse...

Os teus poemas são belos.

luis manoel siqueira disse...

Concordo com o Antonio Rosa, e digo mais: Cumprem a função sublime da poesia, que é despertar em quem lê, um sentimento diferenciado.

Juliana M. disse...

belo texto, esse..

beijo

Tiago disse...

vcs mulheres são pra lá de complicadas. um dia a gente escreve sobre o mesmo tema, claro.

Aju disse...

Pow e no final nao deu o amor?

Ehh vida dificil nam =]

bjs

Bruna Rasmussen disse...

verdades escancaradas nos lençóis

bah.. o amor!!

=)

beijos

Monica disse...

E depois de tudo muitas vezes a melhor escolha é não escolher...
Lindo poema...
Gosto do seu jeito de lidar com as palavras e a as emoções...
:******* querida!!!!

Sonia disse...

O nome dela é "Amada".