sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Viva.


Era prisioneira de seus anseios,
Contida,
Numa jaula de ponderações vacilantes,
Hesitante defronte ao espelho desconfiado...
Mas em tempestades incandescentes,
Entregava-se aos suspiros e delícias de acidentes libertadores,
Fantasias galopantes... Inevitáveis...
Histérica, mergulhava em sua animalidade,
Fazia-se assustadora,
Exilava-se em seus prazeres,
E inventava-se feliz.

6 comentários:

Aju disse...

Mar em furia?! =]

Bjos Ghiza bom fds =*

Bjs pra Lindona

greentea disse...

e se ela não se inventasse feliz...

quem a inventaria ??

beijinhos

Fred Neumann disse...

Caramba, que foto!
E se o cazuza dizia que o nosso amor a gente inventa, podemos dizer que a nossa felicidade a gente inventa, né?
Até porque esse mundo é louco demais, e precisamos ter uma fábrica permanente de felicidade dentro do peito.

Beijocas felizes,

Fred

Monica disse...

Oi querida!
Assino embaixo do Fred.Perfeito o que ele falou.
E commpleto com Cecília Meirelles:“A vida só é possível reinventada”

Bjão moça dos versos bonitos!!!
:))))))))))

Mônica.

Tiago disse...

ô ghiza, sensacional... pq com toda merda, a gente tem que inventar ser feliz mesmo. beijo.

luis manoel siqueira disse...

Lembrei-me agora de uma frase de Kundera, em "A insustentável leveza do ser", onde ele dizia que o que caracteriza o amor, não é o ato sexual em si, mas o tipo do sono que vem depois...