quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Vez em quando...


És lume na noite,
Vago, vindas e idas,
Esporádico, faísca e salto,
De carona, me leva em seu rastro alado...
Fênix, majestade, devaneio...
Criança, sorriso, demônio...
És vôo e pouso,
Despertar, cintilar e atentar,
Vislumbre de cinzas ainda ardentes em mim...

6 comentários:

Tiago disse...

é, tem coisas que não morrem nunca... mesmo dando tiro de 12 no peito. beijo.

o alquimista disse...

Com muita honra, minha querida...!

Um terno beijo

amorica valente disse...

es o caos...


o caos nunca morreu!!

Sergio disse...

Olá, Giselle!

Obrigado pela visita...te respondi lá...post aos sábado, e será um prazer recebe-la ...
sobre seu post, seria essa a chama do amor?

Um beijo e boa semana

Fred Neumann disse...

Para chegarmos ao final, precisamos entender o começo, valorizando o recheio do meio, sabendo que ele é um item histórico-gastronômico já deglutido.

Nuh!!

beijo-pão-de-queijo!

M. disse...

"Vislumbre de cinzas ainda ardentes em mim..." Que bonito!