quarta-feira, 25 de outubro de 2006

3h00m.


Noites insones,
Olhos estatelados no relógio,
Boca seca de sonhos,
Numa ausência até de lua...
Um interminável incômodo de ossos, carnes e pele,
Acordados...
As mãos tateando estrelas na escuridão...
Os pés frios de caminhos já idos,
A mente desperta costurando idéias,
O resto da noite como batalha,
O resto de corpo que resta...

7 comentários:

Bruno Hoffmann disse...

Valeu! Descobri que blog é legal, porque se pode falar sobre temas polêmicos sem ninguém interromper, hahahaha (e, quando alguém me interrompe, normalmente perco os argumentos).

Que lindo: "Boca seca de sonhos,
Numa ausência até de lua...".

Sergio disse...

Olá, Giselle!

Noites assim em claro tem cara de solidão à dois...entre um espaço e outro , algo acontece.
Muito interessante, e curioso o poema....uma névoa misteriosa que eu gosto.

Um beijo

junior disse...

ah, moça Ghiza, e meus olhos estão estatelados em suas palavras... não consigo não me inebriar, não consigo... beijos!!!

o alquimista disse...

O resto do corpo que resta...importas-te que o abrace e te diga...gosto muito de ...Ti

Doce e terno beijo

Fred Neumann disse...

Eu também tenho costume, não rotineiro, de chegar às três da manhã com meu não-sono.
O problema é o dia seguinte de acordar cedo.
E o resto de corpo.
Viva o Sábado.
hehehe!

luis manoel siqueira disse...

Oficio de mulher. Oficio de ser mãe.Lindo.

wagner disse...

Muito boa, adorei. hj um blog amanhã o mundo e depois de amanhã ABL.