sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Precisão.


A carne de que sou feita precisa de sangue grave
Daquele, vindo de vulcão profundo,
Do meu ser mulher,
Do meu ser amante,
Aquarela violenta, que me faz caçadora dos meus suspiros,
Traficante das minhas emoções...
Penso que gosto de amar,
Mas não gosto.
Penso que gosto de viver,
Mas não gosto.
Penso que penso,
Mas não.
Faço-os somente porque preciso.

3 comentários:

greentea disse...

mas ama tudo
verás como te sentes melhor

muito melhor

beijos

André disse...

o gosto amargo da vida

Leticia Gabian disse...

Fica mais fácil viver se optamos por gostar daquilo que precisamos.
Beijo pra ti.