segunda-feira, 25 de setembro de 2006

00h00m.


A noite é senhora da minha feiúra,
Condecora minhas fraquezas...
E perdida entre alarmes e suores,
Rastejo em solo úmido,
Sem norte, sem nome,
Caçando minhas senhas,
Lambendo minhas patas,
Pra me proteger da escuridão,
Escondida dos meus silêncios,
Foragida dos meus medos...

11 comentários:

António Rosa disse...

poema lindo

Liginhasp disse...

Nossa, além do poema ser muito bonito, que foto é essa, meu Deus? Perfeita!

António Rosa disse...

Agradecido pelo linque. No meu "anel do coração" já lá está o lionque desta casa bonita.

M. disse...

Belos o poema e a imagem.

Benny Franklin disse...

Beleza de poesia. Alma exposta. Tiro no escuro. Parabéns.

greentea disse...

estas mesmo a precisar de vir a Portugal para acabar essa tristeza sem fim numa primavera q desponta ai, um outono que começa aqui...

beijos

junior disse...

só a noite me entende, me preenche, me domina, me tolera... amo a noite, a lua, a estrela, aescuridão... beijossssss!!!!

douglas D. disse...

há medos que insistem
silêncios que não partem...

Cristiano Contreiras disse...

A noite sempre me seduz.

greentea disse...

bons dias

Thiago Quintella disse...

Eu já me engato na noite... as mais escuras sim, nelas vejo alguma sórdida beleza!!