domingo, 20 de agosto de 2006

Rastro.


“... êee vida malvada, abrem-se muito as estradas que levam à nada...” (Almir Sater)


Perdi-me em centenas de poentes
Armadilhas a roubarem meus olhos
Tantas cores, tantas camas,
Descompassos no meu íntimo,
Abriram-se janelas,
Escancaradas de efêmeras fábulas...
E flores,
caminhos perfumados de nomes diferentes,
Desejos em papeizinhos
Devorados pelo vento
Nos ardentes veludos
Cantigas de amigo, de amor e de adeus...

3 comentários:

André disse...

Olá Gisele! Acho que vc está me confundindo. Só escrevi neste blog que tenho, nunca tive outro. Abraço!

Sonia disse...

Beleza passar pela vida e deixar rastros como esses...

Bruna Rasmussen disse...

obrigada pela visita ;)
sim, 16 anos.. que bom que gostou!

encontrei aqui também ótimos poemas!
beijos