terça-feira, 9 de maio de 2006

Oxumaré.


Sou mais a novidade
Quero ouvir o inédito
A rima louca de poeta vindouro
A pintura abstraída de quarto imaginado
O canto surreal de garganta selvagem
Mais a novidade de teu próximo querer
A rosa alucinada que virá ao teu copo
O sabor incomum que trará nos lábios de amanhã,
Para eu me afogar em novo e conhecido amor,
E trocar todos os móveis de lugar,
Acordar em cabeceira virada,
Encontrar-me inteira, te procurando,
A cada insólito momento,
Sempre você,
Novíssimo eu.

(Rika, vc me faz melhor...)

2 comentários:

Vera Cardoni disse...

Também acho esse Josué muito estranho e desconfio de um tal de Anônimo. Tem pessoas que não suportam o afeto amoroso, menos beligerante ou não intelectual e partem para a desvalorização. Tudo virtualmente bizarro.Beijo. E a nenê, já tem nome? A minha comemorou 15 anos no dia 27. Tenho outro de 17 e sou muito feliz no lugar de mãe deles. Pelo menos nesse lugar...

Sonia disse...

Voltou melhor ainda. Que beleza, Ghiza.