domingo, 15 de janeiro de 2006

Deja vú


Há uma certa familiaridade nas novidades
Não existe nada que me seja completamente novo.
Tudo fica sempre com uma cara de “oi, eu estava mesmo te esperando”...
Se for novidade boa ou ruim, não importa...tudo se parece muito com o que já conheço...
De repente, vai lá, acontece.E fico com aquela sensação de que, no fundo, naquela tatuagem interna, já estava tudo meio escrito, meio esboço...
A grande magia está em conseguir não fuçar demais minhas peles para não descobrir os afluentes do meu destino, esse desenho à toa que insisto em retocar a cada ano...minha vida é aquele rabisquinho legal que Deus fez enquanto telefonava, ali, no canto daquele bloquinho que roubei antes de nascer...

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