segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Sem perder a ternura...


Uma força visceral faz de mim um soldado...
soldado de uma guerrilha muito íntima, disputa entre o que sou e o que esqueço ser.
Batalha na qual me traio e quando menos espero, estou no ataque com meus sons, olhares e gestos, pimenta, raio e flecha.Servindo a um poder imenso e incontrolável,
uma vontade minha, para comigo mesma, me repensar, me preservar, me vencer de uma espécie de inimizade oculta, onde tento muitas vezes abafar o que realmente sou...
Voz ativa, nada passiva, sujeito determinado a ser substantivo maior,
bem maior do que “mulher”.Lembrança que muitas pessoas esquecem e sofrem, vencer a batalha interna é uma forma de compreender os segredos da vida, ganhar o mundo... Libertar e empossar com honras monárquicas o melhor pedaço de si...

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